´´Cada um sabe a dor e a delicia de ser o que é ``
Sua pele exalava um perfume amadeirado e que nostalgia isso me traz! Dos seus cabelos dançando ao vento, dos seus olhos amarelados na luz do sol sentada na minha cama. Menina da praia, sol morrendo, pele morena, doçura no olhar, sussurros pela madrugada, beijos de braços, de pernas, de sonhos. Menina da praia me perco nos meus sonhos, nas minhas breves memórias pra te encontrar a banhar a luz da lua nas águas do infinito.
domingo, 22 de maio de 2011
quarta-feira, 18 de maio de 2011
caminhos.
´´enquanto a cor da pele for mais importante que o brilho dos olhos, haverá guerras``
Ao entardecer frio e triste se encontram os olhares cansados pelas ruas, os pensamentos pairam sob nossa cabeça como pequenos redemoinhos numa inquietação angustiante. Os caminhos dos homens são diferentes uns dos outros, uns são difíceis, outros fáceis, uns curtos e outros sofridos, mas o caminho de volta ao lar dos homens se assemelha por que depois de um longo dia de trabalho e frustrações o homem sempre retorna ansioso e impaciente a seu lar e ao lar de todos os outros homens, na ternura e no aconchego de seu coração.
Ao entardecer frio e triste se encontram os olhares cansados pelas ruas, os pensamentos pairam sob nossa cabeça como pequenos redemoinhos numa inquietação angustiante. Os caminhos dos homens são diferentes uns dos outros, uns são difíceis, outros fáceis, uns curtos e outros sofridos, mas o caminho de volta ao lar dos homens se assemelha por que depois de um longo dia de trabalho e frustrações o homem sempre retorna ansioso e impaciente a seu lar e ao lar de todos os outros homens, na ternura e no aconchego de seu coração.
terça-feira, 17 de maio de 2011
legs.
´´ o amor é fogo que arde sem se ver``
Havia uma coisa em seu olhar que me atraia uma melancolia, uma tristeza maravilhosa era como olhar a morte bem de perto e ver a felicidade de partir deste mundo para se juntar aos infinitos enigmas do universo, seus braços tão leves quanto plumas, seus pés fazendo maravilhas ritmadas a musica, e suas lindas pernas magras e longas que ficariam maravilhosas encaixadas ao meu quadril enquanto seus lábios tocam os meus como poesia carnal.
sexta-feira, 15 de abril de 2011
buscar, buscar e buscar.
Ela quer viajar o mundo em busca de olhos mais brilhantes, dos sorrisos da miseria e das lagrimas da ganancia. Ela quer se jogar no mundo pelo insano desejo de viver em incerteza, de poder se aventurar pelas diferenças e diversidade de personalidades existentes em 360 graus de planeta e de sentir na pele a perda de tudo que se pode perder. Ela quer mergulhar em aguas perigosas, ela quer se calar perante alguns desentendimentos, ela quer aprender a amar sem se prender.
Mas antes de se aventurar pela vida a fora ela vai ter que viajar dentro de si e essa vai ser a maior aventura de toda sua insignificante existência.
Mas antes de se aventurar pela vida a fora ela vai ter que viajar dentro de si e essa vai ser a maior aventura de toda sua insignificante existência.
domingo, 27 de março de 2011
refúgios.
eu olho as luzes da cidade e me vejo longe, num futuro cheio de saudade das paixões inspiradoras da juventude.
Algumas pessoas têm refúgios, cafeterias, casa de amigos, cama do namorado nada muito fora do comum, mas todos com um significado excepcionalmente especial.
As luzes exageradamente coloridas me cegavam. As vezes me perguntava se eu estava sob o efeito de algum tipo de algum anabolizante alucinador, mas não, estava na lucidez da minha desgraça sob um céu cheio de sonhos. As crianças se apaixonavam pela noite, pelas luzes, por aquela roda gigante da vida. Eu também estava apaixonada. Mesmo não sendo uma criança, mesmo estando convicta que não havia ninguém especial a ser amado em minha vida, mesmo eu não tendo motivos para sorrir, mesmo estando no brinquedo mais chato do parque; eu era jovem novamente, em meus jeans surrados; fugindo dos padrões, fugindo das responsabilidades, fugindo do comum, fugindo do previsto.
O celular tocou pela decima vez, desliguei, e continuei vivendo minha paixão adolescente pela vida pela eternidade relativa de minhas memórias.
Algumas pessoas têm refúgios, cafeterias, casa de amigos, cama do namorado nada muito fora do comum, mas todos com um significado excepcionalmente especial.
As luzes exageradamente coloridas me cegavam. As vezes me perguntava se eu estava sob o efeito de algum tipo de algum anabolizante alucinador, mas não, estava na lucidez da minha desgraça sob um céu cheio de sonhos. As crianças se apaixonavam pela noite, pelas luzes, por aquela roda gigante da vida. Eu também estava apaixonada. Mesmo não sendo uma criança, mesmo estando convicta que não havia ninguém especial a ser amado em minha vida, mesmo eu não tendo motivos para sorrir, mesmo estando no brinquedo mais chato do parque; eu era jovem novamente, em meus jeans surrados; fugindo dos padrões, fugindo das responsabilidades, fugindo do comum, fugindo do previsto.
O celular tocou pela decima vez, desliguei, e continuei vivendo minha paixão adolescente pela vida pela eternidade relativa de minhas memórias.
domingo, 27 de fevereiro de 2011
mãos gentis.
há quem diga que o amor transparece pelo coração, outros ainda apostam na possibilidade de ser pelos olhos e ainda há outros que batem o pé que é dentro das calças.
Seria uma hipócrita se lhes afirma-se com precisão onde podemos sentir que reside o amor numa pessoa, cada um vê o amor de uma forma e cada um sente o lugar exato de onde ele se ilumina e se pode ver uma faísca da magia se propagando com os próprios olhos.
Ela estava deitada pra lua, apesar da noite já ter caído ela não conseguia parar de viajar dentre as nuvens, agora negras, e pentear os raios do sol. Ela amava o mundo, e sentia que podia amar qualquer coisa, que podia entender a complexidade de qualquer coisa, que podia sorrir para qualquer pessoa. Então ela amou o mundo, amou as diferenças, amou os erros e os acertos e amou tanto que ficou cansada e decidiu acariciar a grama e no instante que tocou a ponta dos dedos na grama ela se iluminou, tocou as flores e elas também se iluminaram e assim tocou o mundo inteiro com suas mãos gentis e sentiu que podia tocar as pessoas tambem tocou as mãos de todas as pessoas enquanto elas dormiam para que elas também pudessem amar tudo que tocassem e assim residiu no amor para sempre, nas mãos, de todos.
Seria uma hipócrita se lhes afirma-se com precisão onde podemos sentir que reside o amor numa pessoa, cada um vê o amor de uma forma e cada um sente o lugar exato de onde ele se ilumina e se pode ver uma faísca da magia se propagando com os próprios olhos.
Ela estava deitada pra lua, apesar da noite já ter caído ela não conseguia parar de viajar dentre as nuvens, agora negras, e pentear os raios do sol. Ela amava o mundo, e sentia que podia amar qualquer coisa, que podia entender a complexidade de qualquer coisa, que podia sorrir para qualquer pessoa. Então ela amou o mundo, amou as diferenças, amou os erros e os acertos e amou tanto que ficou cansada e decidiu acariciar a grama e no instante que tocou a ponta dos dedos na grama ela se iluminou, tocou as flores e elas também se iluminaram e assim tocou o mundo inteiro com suas mãos gentis e sentiu que podia tocar as pessoas tambem tocou as mãos de todas as pessoas enquanto elas dormiam para que elas também pudessem amar tudo que tocassem e assim residiu no amor para sempre, nas mãos, de todos.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
death hope.
é estar se preso por vontade.
Cortaram as minhas asas. Eu sou um homem sem destino, sem esperança sem luz nenhuma e caminho nas trevas, cego, pelos vales me perco estou sem saída, sou um homem morto . Enamorei-me pelo anjo da morte. Amo-te na insanidade da dor e na calada noite amo-te sem pudor, na carne e na alma. Braços - querem-te sem limites; pernas - bambeiam numa tentativa falha de controle; ouvidos- queimam em brasa ao som da sua voz; pés - caminham o caminho das trevas; olhos - deliram de desejo de ti. A desgraça é inevitável mas apesar da tragédia ser o meu destino, fecho meus olhos todas as noites e deliro no simples prazer de pensar em deixar esse mundo e se tornar mais um dos enigmas do universo.
Cortaram as minhas asas. Eu sou um homem sem destino, sem esperança sem luz nenhuma e caminho nas trevas, cego, pelos vales me perco estou sem saída, sou um homem morto . Enamorei-me pelo anjo da morte. Amo-te na insanidade da dor e na calada noite amo-te sem pudor, na carne e na alma. Braços - querem-te sem limites; pernas - bambeiam numa tentativa falha de controle; ouvidos- queimam em brasa ao som da sua voz; pés - caminham o caminho das trevas; olhos - deliram de desejo de ti. A desgraça é inevitável mas apesar da tragédia ser o meu destino, fecho meus olhos todas as noites e deliro no simples prazer de pensar em deixar esse mundo e se tornar mais um dos enigmas do universo.
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